“Os livros me oferecem uma vida paralela, mais feliz. Ajudam-me mais do que as lembranças”. Imagine este sentimento vindo à tona para uma italiana, em plena Segunda Guerra, vivendo sob o Regime Fascista, que, por princípio, sempre se esforçou para condicionar as mulheres apenas ao trabalho doméstico e ao cuidado com os filhos.
Essa é uma das reflexões que a escritora e jornalista, Ritanna Armeni, vai nos convidar a fazer, durante a leitura de “Mara: uma mulher que amava Mussolini”, lançamento da @editoravestigio , que conclui recentemente.
Intercalando a história fictícia de Mara Carucci, com observações sobre acontecimentos reais do vintênio fascista – como a Guerra Ítalo-Etíope e a Batalha da Grécia -, a autora nos provoca a pensar, desde as primeiras páginas, sobre o lugar social, que, de antemão, é concedido às mulheres, após ficarmos sabendo o lado que assumiram na história.
As mulheres italianas precisaram fazer escolhas. Mara precisou fazer escolhas. Sua melhor amiga, Nádia, também. Amigos, vizinhos, familiares, todos tiveram de enfrentar as consequências de se apoiar um regime totalitário. Nenhum acontecimento importante escapa à essa narrativa, que é contada de forma fluída e acessível a todos os públicos. Quem gosta de romances históricos não pode deixar de ler!
↪️ Terça-feira, dia 29, às 19h, vai rolar, também, um vídeo para falar ainda mais sobre este livro no canal do Sujeito Literário no YouTube. Fiquem ligados!
@autenticaeditora
@editoravestigio
#maraumamulherqueamavamussolini#ritannaarmeni#editoravestigio#grupoautentica#lançamentodelivro#livros#romancehistorico